O primeiro Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) de 2026 coloca Panambi em risco de surto para a dengue. A pesquisa apontou índice de 6,5% de infestação, ou seja, a cada cem residências inspecionadas, 6,5 tinham larvas do mosquito.
De acordo com a Secretaria Municipal da Saúde , o índice é considerado satisfatório quando varia de 0 a 0,9%; médio, estado de alerta entre 1,0 e 3,9%; e de risco de surto quando ultrapassa 4,0 % , como é o caso de Panambi que chegou a 6,5% de infestação .
Em Panambi, o resultado reforça o alerta para intensificação das ações de combate ao mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya.
A Secretaria Municipal da Saúde de Panambi reforça que a participação da população é fundamental no combate ao Aedes aegypti. O mosquito se prolifera em água parada, por isso é necessário eliminar recipientes como pneus, vasos de plantas, garrafas, caixas d’água destampadas e reservatórios descobertos.
As doenças transmitidas pelo mosquito podem causar dor de cabeça intensa, cansaço, dores musculares, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele. Ao apresentar sintomas, a orientação é procurar uma A ESF (Estratégia Saúde da Família) ou a UPA ( Unidade de Pronto Atendimento e evitar a automedicação, especialmente com anti-inflamatórios.
